quinta-feira, 22 de abril de 2010

EDUCAÇÃO FISÌCA

APRESENTAÇÃO

Eu Josè Tadeu aluno da Escola de Referência Professora Carlota Brekncfeld estudo o 1º "C" e estou participando de um projeto com a professora Regina Coeli
na disciplina de Educação Fìsica

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Satélites

Vários planetas possuem satélites ou luas. A terra, além de sua própria lua, tem ainda alguns satélites artificiais que giram durante certo tempo a sua volta com grande velocidade.
O primeiro desses satélites foi o russo Sputnik1, que entrou em órbita em 1957. Em janeiro de 1958, surgiu o americano Explorer, pesando apenas 15Kg: lançado por um foguete a cerca de 800Km de altitude rodava em torno da terra a uma velocidade de 30.000 Km por hora. O satélite pode permanecer muito tempo em órbita, pois a rapidez com que ele gira impede a sua queda, mas não é suficiente para fazê-lo abadonar a atmosfera terrestre.
Tais sucessos levaram a empreendimentos maiores, até 1961, quando o major russo Yuri Gagarim tornou-se o primeiro homem a viajar no espaço cósmico, em um satélite controlado da terra. Daí em diante, as experiências evoluíran de tal forma que os americanos conseguiram alcançar a lua.
Os satélites e as estações espaciais servem para efetuar observações meteorológicas ou retransmitir progamas de rádio e televisão. Podem ainda ,fucionar como postos imtérmediarios de foguete.

Referência Bibliografica:
Millennium, Enciclopédia, São Paulo:DCL,
2005, pagína:905.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

COMO SURGIRAM OS ASTROS?

Novo Sistema Solar”. Por que?Na década em que Plutão foi descoberto (1930), pensava-se que Saturno era o único planeta com anéis. Somente em 1977 os anéis de Urano seriam descobertos, seguidos pelos de Júpiter (1979), e os de Netuno (1989). Nessa época também não se conhecia o Cinturão de Kuiper, ou outro anel de asteróides além da órbita de Netuno. E os astrônomos sequer suspeitavam que o número total de satélites passaria de cem.
As imagens que se alternam mostram o aspecto geral das órbitas planetárias em sua concepção tradicional (plana) versus a real.
O Sistema Solar vem se modificando lentamente desde sua formação – mas a visão que temos dele se enriquece no ritmo das descobertas, cada vez mais freqüentes.Nossos conhecimentos se aprimoram muito mais rapidamente que o sistema de ensino é capaz de absorver. É errado, mas ainda se diz que os planetas se movem em órbitas circulares, igualmente distribuídas sobre um plano imaginário, com o Sol no centro.Vivemos num intrincado conjunto de corpos celestes que muitas vezes desafiam nossas tentativas de classificação. Nós os chamamos de planetas (sejam rochosos, gasosos ou anões), satélites, cometas, asteróides... Todos estão em movimento, percorrendo órbitas mais ou menos elípticas, nas mais diversas inclinações umas com relação às outras.Nosso aprendizado também se move. Esta seção é um pequeno painel sobre este saber acumulado. Não esquecendo de mencionar os caminhos, não raras vezes tortuosos, mas que vem nos ajudando a perceber este sempre Novo Sistema Solar.
Descobrindo o Sistema Solar